Eu sou um jovem com uma imensa vontade de comunicar as pessoas o que de mais belo existe no ser humano; a sua essência... De ser pessoa, de ser gente, de ser amado, de ser respeitado... dentre tantas outras qualidades!
Data O XIV Congresso Estadual ocorrerá de 6 a 8 de Novembro de 2009.
Local O XIV Congresso Estadual ocorrerá na cidade de Betim, no Ginásio Poliesportivo Divino Braga. Para saber como chegar ao local, clique AQUI.
Agenda A Agenda do XIV Congresso Estadual poderá ser conferida clicando AQUI.
Inscrição A inscrição poderá ser feita clicando AQUI.
Caso coordene uma caravana, primeiro reúna os dados de todas as pessoas e só após faça a inscrição delas. Caso sua caravana seja maior que 40 pessoas, vocês terão direito a uma inscrição, basta informar quem será a pessoa a usufruir do prêmio (informando os dados do participante através do email rcc@rccminas.com.br, bem como o nome da caravana).
O valor da inscrição depende se você quer incluir a alimentação e/ou a hospedagem. Ao fazer sua inscrição, você deverá optar por uma das opções disponíveis. Os valores estão divididos abaixo:
Inscrições após 09/10 Opção 1) Somente Inscrição (sem alimentação ou hospedagem) Valor: .......... R$ 30,00 Opção 2) Inscrição + Alimentação (sem hospedagem) Valor: .......... R$ 60,00 Opção 3) Inscrição + Alimentação + Hospedagem Valor: .......... R$ 90,00
Informações sobre a alimentação Para quem optar pela opção que inclui a alimentação do Congresso, este contará com as seguintes refeições: Café-da-manhã de Sábado, Almoço de Sábado, Jantar de Sábado à noite, Café-da-manhã de Domingo e Almoço de Domingo. Quem optar por adquirir uma opção de inscrição sem alimentação inclusa, terá a alimentação por sua conta. Nas redondezas há restaurantes disponíveis, você poderá visualizar algumas opções no dia e local do Congresso, onde teremos cartazes afixados informando os mesmos.
Informações sobre a hospedagem Importante: Serão disponibilizadas somente 1.000 vagas para as pousadas sendo servidas por ordem de inscrição. Acabando as vagas nas pousadas, os participantes que fizerem inscrição terão somente a opção de se alojarem em escolas que serão destinadas ao congresso ou se hospedarem em hotéis da região. Para quem optar pela opção que inclui a hospedagem do Congresso, este contará com hospedagem em uma das pousadas disponíveis para o evento. As pousadas disponibilizam banheiros com água quente, restaurante, telefone público, estacionamento para carros e ônibus, camas, entre outras facilidades. As roupas de cama e de banho deverão ser trazidas pelo próprio participante.
Caso o participante optar por não adquirir a opção com hospedagem, ele será acomodado em uma das escolas disponíveis para o Congresso. As roupas de cama e de banho deverão ser trazidas pelo próprio participante.
Divulgue: www.rccminas.com.br
"Não desanimes nunca, embora venham ventos contrários!" (Sta. Paulina)
Veja esta notícia publicada no Portal IG: “(…) em atenção à queixa de um cidadão, que se sentiu discriminado pela presença de um crucifixo no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão entrou com uma ação civil pública para obrigar a União a retirar todos os símbolos religiosos ostentados em locais de atendimento ao público no Estado. A ação, com pedido de liminar, visa garantir a total separação entre religião e poder público, característica de um Estado laico, ainda que de maioria cristã, como o Brasil. ‘Minha ação restringe-se aos ambientes de atendimento ao público. Nada contra o funcionário público ter uma imagem de santo, por exemplo, sobre a sua mesa de trabalho’. Católico praticante (‘comungo e confesso’, diz Dias, 38 anos, o Procurador responsável pela ação. Uma decisão favorável no TRF-SP certamente levará o assunto a outras instâncias. O único precedente que existe é negativo. Em junho de 2007, o Conselho Nacional de Justiça indeferiu o pedido de retirada de símbolos religiosos de todas as dependências do Judiciário. Na ação pública, Dias lembra que, além de estarmos em um Estado laico, a administração pública deve zelar pelo atendimento aos princípios da impessoalidade, da moralidade e da imparcialidade, ou seja, garantir que todos sejam tratados de forma igualitária. O procurador entende, nesse sentido, que um símbolo religioso no local de atendimento público é mais que um objeto de decoração, mas pode ser sinal de predisposição a uma determinada fé. “Quando o Estado ostenta um símbolo religioso de uma determinada religião em uma repartição pública, está discriminando todas as demais ou mesmo quem não tem religião, afrontando o que diz a Constituição’.” (04/08 - 16:29 - Mauricio Stycer, repórter especial do IG).
O tema vem sendo cada vez mais discutido e, ao meu ver, está sendo objeto de uma interpretação equivocada por aqueles que desejam a retirada dos símbolos religiosos. O Estado é laico, isso é o óbvio, mas a laicidade não se expressa na eliminação dos símbolos religiosos, e sim na tolerância aos mesmos.
A resposta estatal ao cidadão queixoso, mencionado acima, não deveria ser uma ação civil pública, mas uma simples orientação, no sentido de que o país ter uma formação histórica-cultural cristã explica que haja na parede um crucifixo e que tal presença não importa em discriminação alguma. Ao contrário, o pensamento deletério e a ser combatido é a intolerância religiosa, que se expressa quando alguém desrespeita ou se incomoda com a opção e o sentimento religioso alheios, o que inclui querer eliminar os símbolos religiosos.
Ao contrário do que entende o ilustre Procurador mencionado, a medida não se limitará aos ambientes de atendimento ao público. O próximo passo será proibir também os símbolos na mesa de trabalho, seja porque o ambiente pertence ao serviço público, seja porque em tese poderia ofender algum colega que visualizasse o símbolo. No final, como se prenuncia no poema “No caminho, com Maiakóvski”, o culto e devoção terão que ser feitos em sigilo, sempre sob a ameaça de que alguém poderá se ofender com a religião do próximo. Nesse passo, eu, protestante e avesso às imagens (é notório o debate entre protestantes e católicos a respeito das imagens esculpidas de santos), tive a ocasião de ver uma funcionária da Vara Federal onde sou titular colocar sobre sua mesa uma imagem de Nossa Senhora de Aparecida. A minha formação religiosa e jurídica, onde ressalto a predileção, magistério e cotidiano afeito ao Direito Constitucional, me levou a ver tal ato com respeito, vez que cada um escolhe sua linha religiosa. A imagem não me ofendeu, mas sim me alegrou por viver em um país onde há liberdade de culto. Igualmente, quando vejo o crucifixo com uma imagem de Jesus não me ofendo por (segundo minha linha religiosa) haver ali um ídolo, mas compreendo que em um país com maioria e história católica aquela imagem é natural. O crucifixo nas cortes, independentemente de haver uma religião que surgiu do crucificado, é uma salutar advertência sobre a responsabilidade dos tribunais, sobre os erros judiciários e sobre os riscos de os magistrados atenderem aos poderosos mais do que à Justiça.
Vale dizer que se a medida for ser levada a sério, deveríamos também extinguir todos os feriados religiosos, mudar o nome de milhares de ruas e municípios e, ad reductio absurdum, demolir simbolos e imagens, a exemplo, que identificam muitas das cidades brasileiras, incluindo-se no cotidiano popular de homens e mulheres estratificados em variados segmentos religiosos. Ao meu sentir, as pessoas que tentam eliminar os símbolos religiosos têm, elas sim, dificuldade de entender e respeitar a diversidade religiosa. Então, valendo-se de uma interpretação parcial da laicidade do Estado, passam a querer eliminar todo e qualquer símbolo, e por consequência, manifestação de religiosidade. Isso sim é que é intolerância.
Embora cristão, as doutrinas católicas diferem em muitos pontos do que eu creio, mas se foram católicos que começaram este país, me parece mais que razoável respeitar que a influência de sua fé esteja cristalizada no país. Querer extrair tais símbolos não só afronta o direito dos católicos conviverem com o legado histórico que concederam a todos, como também a história de meu próprio país e, portanto, também minha. Em certo sentido, querer sustentar que o Estado é laico para retirar os santos e Cristos crucificados não deixaria de ser uma modalidade de oportunismo.
Todos se recordam do lamentável episódio em que um religioso mal formado chutou uma imagem de Nossa Senhora na televisão. Se é errado chutar a imagem da santa, não é menos agressivo querer retirar todos os símbolos. Não chutar a santa, mas valer-se do Estado para torná-la uma refugiada, uma proscrita, parece-me talvez até pior, pois tal viés ataca todos os símbolos de todas as religiões, menos uma. Sim, uma: a “não religião”, e é aqui que reside meu principal argumento contra a moda de se atacar a presença de símbolos religiosos em locais públicos.
A recusa à existência de Deus, a qualquer religião ou forma de culto a uma divindade não é uma opção neutra, mas transformou-se numa nova modalidade religiosa. Se por um lado temos um ateísmo como posição filosófica onde não se crê na(s) divindade(s), modernamente tem crescido uma vertente antiteísta. Para tentar definir melhor essa diferença, vale dizer que se discute se budistas e jainistas seriam ou não ateus, por não crerem em divindades além daquela representada pela própria pessoa ou grupo delas, no entanto jamais se discutiria se um budista é ou não antiteísta. É inegável reconhecer-se que esta nova vertente religiosa tem seus profetas, seus livros sagrados e dogmas. Como a maior parte das religiões, faz proselitismo, busca novos crentes (que nessa vertente de fé, são os “não crentes”, “not believers”, os que optam por um credo que crê que não existe Deus algum).
É conhecida a campanha feita pelos ateus nos ônibus de Londres. A British Humanista Association colocou o anúncio There’s probably no God. Now stop worrying and enjoy your life (“Provavelmente Deus não existe. Então, pare de se preocupar e aproveite sua vida”) nas laterais de ônibus britânicos, ao lado dos tradicionais anúncios religiosos. Repare-se que o “provavelmente” demonstra educação, senso político ou cortesia, e que nos cartazes nos ônibus todas as letras estavam em caixa alta, eliminando a discussão sobre se deveriam escrever Deus com “D” ou “d”. Mas nem todos os ateus são educados e cordatos, embora uma grande quantidade deles, grande maioria eu creio, o seja.
Assim como o Protestantismo foi uma reação aos que não estavam satisfeitos com o catolicismo romano, o antiteísmo, ou ateísmo militante, que vemos hoje, é uma reação dos que estão insatisfeitos com a religião. Interessante perceber que esta linha de ateus é intolerante e, como foi historicamente comum em todas as religiões iniciantes ou pouco amadurecidas, mostrou-se virulenta e desrespeitosa no ataque às demais. Esta nova religião, a “não religião”, ao invés de assumir o controle ou titularidade da representação divina, optou por entender que não existe Deus nenhum. Em certo sentido, ao eliminar a possibilidade de um ser superior, assumiu o homem como o ser superior. Aqui o homem que professa tal tipo de crença não é mais o representante de Deus, mas o próprio ser superior. Nesse passo, a nova religião tem outra penosa característica das religiões pouco amadurecidas, consistente na arrogância e prepotência de seus seguidores, apenas igualada pelo desprezo à capacidade intelectual dos que não seguem a mesma linha de pensamento.
Assim, enquanto existe um ateísmo que simplesmente não crê e que demonstra as razões disso em um ambiente de respeito e diversidade, vemos crescer também um outro ateísmo, agressivo, que não apenas não livrou o mundo dos males da religião, mas também passou a reprisá-los.
O principal profeta dessa religiosidade invertida (mas nem por isso deixando de ser uma manifestação religiosa) é Richard Dawkins, autor do livro “Deus, um Delírio”. Ele está envolvido, como qualquer profeta, na profusão de suas ideias, fazendo palestras e livros, concedendo entrevistas e fazendo suas “cruzadas”. A Campanha Out (em inglês: Out Campaign) é uma iniciativa proselitista em favor do ateísmo, tendo até mesmo um símbolo, o “A” escarlate. A campanha atualmente produz camisetas, jaquetas, adesivos, e broches vendidos pela loja online, e os fundos se destinam à Fundação Richard Dawkins para a Razão e a Ciência (RDFRS). Algo que não deixa de ser muito semelhante às campanhas financeiras típicas de outras manifestações de fé.
Como alguns profetas religiosos, Dawkins não poupa pessoas ilustres de credos concorrentes. Por exemplo, em seu livro, ele diz sobre Madre Teresa o seguinte: “(...) Como uma mulher com um juízo tão vesgo pode ser levada a sério sobre qualquer assunto, quanto mais ser considerada seriamente merecedora de um Premio Nobel? Qualquer um que fique tentado a ser engabelado pela hipócrita Madre Teresa (...)” (pág. 375).
Naturalmente, entendo que Dawkins e seus seguidores têm todo o direito de pensarem e professarem qualquer fé, mesmo que seja a fé na inexistência de Deus e nos malefícios da religião. Contudo, só porque não creem em um Deus ou vários dEles, não estão menos sujeitos aos valores, princípios e leis que, se não nos obrigam à fraternidade, ao menos nos impõem a respeitosa tolerância. Outra coisa que não se pode é identificar em qualquer Deus ou símbolo religioso um inimigo e se tentar cooptar a laicidade do Estado para proteger sua própria linha de pensamento sobre o assunto religião.
Ao meu ver, discutir os símbolos religiosos é mais fácil do que enfrentar a distribuição de renda, a fome, injustiça e a desigualdade social. Não nego a importância do assunto, mas acharia cômico se não fosse trágico que as pessoas se ofendam com uma cruz o bastante para acionar o Estado e não o façam diante de outras situações evidentemente mais prementes. Talvez mexer com os religiosos seja mais simples, divertido e seguro, mas certamente não demonstra uma capacidade superior de escolher prioridades. Portanto, parece conveniente lembrar que católicos, judeus, evangélicos, espíritas e muçulmanos, e bom número de ateus também, gastam suas energias ajudando aos necessitados. Tenho a esperança de que nas discussões haja mais coerência e menos “pirotecnia” e “perfumaria” de quem discute o sexo, digo, a existência dos anjos em vez de enfrentar os verdadeiros problemas de um país que, salvo raras e desonrosas exceções, é palco de feliz tolerância religiosa.
A eliminação dos símbolos religiosos atende aos desejos de uma vertente religiosa perfeitamente identificada, e o Estado não pode optar por uma religião em detrimento de outras. A solução correta para a hipótese é tolerar e conviver com as diversas manifestações religiosas. Assim, os carros poderão continuar a falar em Jesus, Buda, Maomé, Allan Kardec ou São Jorge sem que ninguém deva se ofender com isso. Ou, se isso ocorrer, que ao menos não receba o beneplácito de um Estado que optou por ficar equidistante das inúmeras, infinitamente inúmeras, formas de se pensar o tema fé. Não ter fé e não apreciar símbolos religiosos é apenas uma delas, respeitabilíssima, mas apenas uma delas.
Por fim, acaso fosse possível ser feita uma opção, não poderia ser pela visão da “minoria”, mas da “maioria”. Talvez essa afirmação choque o leitor. Dizer que se for para optar, que seja pela “maioria” choca, pois o conceito de “respeito às minorias” já está razoavelmente assimilado. Mas também deveria chocar a ditadura da minoria, a tirania dos que se transformam em vítimas ao invés de evoluírem o suficiente para ver nos símbolos religiosos não uma ofensa, mas um direito, e entender que os que já estão por aí, nas ruas, repartições e monumentos são apenas uma consequência da nossa longa formação histórica e cultural.
Em suma, espero que deixem este crucifixo, tão católico apostólico romano quanto é, exatamente onde ele está. Excluir símbolos é fazer o Estado optar por quem não crê. A laicidade aceita todas as religiões ao invés de persegui-las ou tentar reduzi-las a espaços privados, como se o espaço público fosse privilégio ou propriedade de quem se incomoda com a fé alheia. Eu, protestante e empedernidamente avesso às imagens esculpidas, as verei nas repartições públicas e saudarei aos católicos, que começaram tudo, à liberdade de culto e de religião, à formação histórica desse país e, mais que tudo, ao fato de viver num Estado laico, onde não sou obrigado a me curvar às imagens, mas jamais seria honesto (ou laico, ou cristão, ou jurídico) me incomodar com o fato de elas estarem ali.
William Douglas juiz federal, professor, escritor, mestre em Direito - UGF, Especialista em Políticas Públicas e Governo – EPPG/UFRJ.
Neste final de semana, a diocese de Guaxupé - MG, realizou o II Encontro Diocesano do Ministério das Artes com a presença de Luiz Carvalho (Fundador da Comunidade Recado e Raquel Carpejani) na Associação Servos da Rainha em Petúnia – MG. Contamos com a presença de quase todos os setores da diocese, e particularmente, que não foi perdeu. Mas brincadeiras a parte, o retiro foi ótimo! Luiz Carvalho começou definindo aquilo que a CNBB nos diz, para os artistas católicos “Ministério é, antes de tudo, um carisma, ou seja, um dom do Pai, pelo Filho, no Espírito que torna seu portador apto a desempenhar determinadas atividades, serviços e ministérios em ordem à salvação.” (CNBB – Missão e Ministérios dos Cristãos e leigos § 84). Mas então qual é o objetivo do Ministério de música e artes? Tem como objetivo principal formar e santificar o serviço dos artistas, atuando assim com propriedade, discernimento no Grupo de Oração. É fazer com que as artes se manifestem com o exercício dos carismas, no poder do Espírito Santo. Em 1999, Sua Santidade Papa João Paulo II de memória venerável, escreveu uma carta destinada a todos os artistas do mundo inteiro e vale a pena você, músico, animador, instrumentista, coreógrafo, dançarino, pintor, e tantas outras denominações que usam dessa arte para levar a Boa Nova do Evangelho a muitas pessoas que não conhecem ou não tiveram um encontro pessoal com Jesus Cristo, repito novamente, vale a pena você ler... Por isso há uma grande preocupação da Igreja em formar cada um desses novos ministros do Evangelho que chegam a muitas pessoas com simplicidade e ousadia. Mas para eu serve então o ministério de Música e artes? Para estar à disposição do Grupo de Oração, da Igreja num todo, mas acima de tudo Nosso Senhor Jesus Cristo precisa ser unicamente dono e verdadeiro Rei soberano do seu ministério, ou você correrá o risco de ser unicamente dono do seu ministério, e hoje em dia, é o que está acontecendo em muitos lugares, as pessoas estão sendo donas de seus ministérios, e dando ordens a Deus. Vamos começar a partir de nós a mudar esta situação. Deus tem um chamado especial para cada um de nós. A Palavra de Deus nos confirma esta verdade: “Ora, vós sois o Corpo de Cristo e cada um, de sua parte, é um dos seus membros”. (I Cor. 12, 27). Deus nos escolheu para que em nossa particularidade, formássemos um conjunto para que pudéssemos evangelizar a muitos. Então partindo deste principio de que sou pertença de Deus, e me coloco a sua disposição em servir ou no canto, na animação ou instrumental vai uma pergunta que a Raquel Carpejani nos fez. Se você fosse Deus, você se escolheria? Uma pergunta um tanto quanto difícil de responder, mas quando eu me conheço, eu sei quem é Deus. E Deus hoje nos dias atuais precisa tomar o seu lugar em nossos afazeres, em nossa vida, nossos ministérios. Existem 4 palavrinhas que necessitamos de trabalhar em nosso cor: • Humildade: vem da palavra húmus (fertilidade, solo que fecunda) é preciso trabalhar esse dom em nós, principalmente em que tem uma facilidade de elevar o seu ego. • Soberba: quando eu me sinto exagerado das coisas de Deus; juntamente com a arrogância e presunção. O Soberbo é como disse Santa Catarina de Sena, quer “roubar a glória de Deus”. • Falsa humildade: é uma excessiva preocupação em relação as outras pessoas. • Obediência: não é apenas executar, isso qualquer pessoa faz. Mas a obediência é uma atitude interior para uma atitude exterior. Não espera na Igreja de padres, coordenadores perfeitos. Quando eu não obedeço, torno-me escravo dos meus pecados. E como anda a nossa vida de Oração? Temos que ser prudentes, afirmou Raquel em sua última pregação. “Quem não tem tempo para Deus, está perdendo tempo”. Então, para lhe ajudar, vou dispor uma regrinha aqui para vocês. 1º É preciso decidir por Orar; 2º Escolha de um horário, comece com15 min. depois vai aumentando, 3º escolha um local, de preferência a Capela do Santíssimo, mas caso não de, arrume um tempo em sua casa mesmo. Quem não foi a essa formação, perdeu demais, porque pudemos ver através de exemplos como estamos agindo em nosso grupo de oração. Que a grande Mãe de Deus, interceda por nós e nos faça cada vez mais apaixonados por evangelizar sobre o eu Filho Jesus. Na esperança pela evangelização,
Há mais ou menos um mês, recebi a notícia que Sua Santidade Papa Bento havia promulgado mais uma carta direcionada a Igreja de Deus, então, como bom católico e amante da arte de comunicar, li a sua carta “CARITAS IN VERITATE” Caridade (amor) na verdade. Quem tiver a ousadia, leia porque é uma belíssima reflexão partida da Carta aos Efésios 4, 15. Algo que me chama atenção na voz de sua santidade ao escrever a Igreja é o carinho de comunicar a Boa Nova do Evangelho de Jesus Cristo de forma nova e com uma mística nas palavras... Algo que está escrito e já cansei de ler, mas em contra partida parece ser novo, mas ao mesmo tempo é como se nunca se tivesse lido. A caridade não é somente a de fazer doações, de desfazer de seus pertences, mas a caridade de se doar pela causa do outro. De ser pelo menos um Cirineu na vida de alguém... Em Franca, tem um grupo de senhoras que se reúnem todas as sextas-feiras das 13h30 as 15h30 para rezarem e se ajudar... O mais interessante é que a ajuda não foca somente para elas, é algo que transcende que vão além de si mesmas, mas pela causa de outros que são mais necessitados de uma palavra amiga... Sabe, quando você precisa de uma palavra amiga, de um gesto que te eleva a alma? Então, certo dia eu estava assim, e por experiência própria uma delas me telefonou e me disse, “Vi, não sei como você esta hoje, mas sei é que Jesus me pediu para te dizer que Ele quer contar com você, não desista, não desanime...” gente, como foi bom aquela mensagem, menos de 1 min de ligação, modificou todo o meu dia, o rumo da minha vida, dos meus planos. A caridade é a via mestra da doutrina Social da Igreja. (Doc. Caritas In Veritate, 2). Creio que se as pessoas parassem um pouco, pelo menos 20min por dia e ouvisse a pessoa que está ao seu lado, minha gente, como será melhor... como a pessoa se sentirá mais, com auto-estima La em cima, falo isso também porque tenho tentado experimentar isso na minha vida. Ouvir o outro, mesmo que você não tenha uma resposta no momento, mas deixar que ela fale, isso é salutar para a alma. Muitas pessoas estão morrendo porque não temo a caridade de as ouvir, de nos compadecermos delas, para ao menos um minuto que elas desabafem o que estão sentindo. Ontem à tarde, tive uma reunia na minha antiga escola onde fiz meu colegial, e nesta reunião, haviam diversas autoridades da cidade, para que pudéssemos resolver um problema que a escola estava passando, mas vedo todas as autoridades não sabíamos resolver de cara nenhum dos problemas devido a um grande, gigantes, estupendo fator... a família. Hoje muitos meninos estão como estão porque os pais já desistiram deles... o pai manda o filho para a escola achando que lá é o lugar que ele vai receber a educação necessária para ser alguém na vida, mas como fazer esse menino se interessar pelas matérias, pelo conteúdo se ele já é tão afrontado em casa pelas circunstâncias da vida, os pais já não acreditam mais nesse menino, e chaga na escola o professor já está esgotado devido ao super carregamento de aulas que ele possui, o que também em muitos casos não acredita também neste menino... É triste ver que as nossas sucessões estão tão desacreditados, então como mudar essa triste realidade? O meu apelo hoje aqui é por estes que como eu um dia tive a oportunidade de ser alguém na vida, fazer com que outros também possam se tornar alguém... E desde o fim desta reunião, uma ânsia por fazer algo por este menino que quer e precisa de ajuda... mas o que fazer??? A caridade transpõe barreiras, vai além das fronteiras... Você pode me ajudar????
A pedido do meu amigo PV (Nikiti - ow cidade maravilhosa), escrevi este artigo sobre um dos 7 pecados capitais - o orgulho. Foi uma forma de fazer com que as pessoas se tornem um pouco melhores...
O orgulho, a soberba, altives, dão ao ser humano uma sensação de ser "mais que os outros", isto num ambiente de trabalho coletivo é péssimo. Jesus disse: onde dois ou mais estiverem reunidos, (ali sempre vai haver um problema!), eu estarei convosco. O orgulho tem tomado conta de muitas pessoas que não sabem administrar as oportunidades que tem durante a vida. Uma delas é quando na sua empresa é reconhecido pelo seu trabalho, pelo seu mérito pessoal, isso gera já em sua personalidade um aumento de estima que se não for trabalhado no seu inconciente, gera um orgulho infernal... muitas pessoas tem se tornado alvo deste pecado, porque deixam sua integridade ser corrompida, podendo até trazer consequencias desastrosas.
Veja um exemplo, elogie uma pessoa sem que ela desconfie que você está analisando o seu perfil. Logo ela passará essa informação de a ostentar os seus valores, neste momento, quando há uma ostentação, uma soberba, uma vaidade mesmo que em pequena porcentagem, o orgulho está presente. E se é mal interpretado, vira "arrogância".
Outras pessoas classificam o orgulho como "exagerado" quando se torna um tipo de satisfação incondicional ou quando os próprios valores são superestimados, acreditando ser melhor ou mais importante do que os outros.
A partir de hoje, vamos nos esforçar para sermos pessoas mais humanas e não corromper nossa integridade perante a um sentimento que muitas vezes põe em risco nossa própria reputação.